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Comece a exportar para o Brasil agora!

Introdução

 

A Bazaar – Business Development Consulting é uma empresa de consultoria para o desenvolvimento de negócios internacionais, com acções concretas e foco nos resultados.

Para quem tem interesse em exportar para o Brasil, o mercado apresenta-se, muitas vezes, de forma complexa e distante da realidade portuguesa. Porém, continua a ser um grande mercado para a maior parte da indústria nacional.

A Bazaar desenvolveu uma metodologia para apoiar as PME portuguesas a exportarem para o Brasil, através de 4 passos.

1. Assessment

 

Reunimos consigo para conhecer os seus produtos e a sua empresa e fazer uma análise prévia de potencial de exportação para o mercado brasileiro.

 

 

Através das amostras enviadas aos nossos parceiros no Brasil, enviaremos um relatório onde avaliamos o potencial de mercado dos seus produtos, segmento-alvo e necessidades de comunicação.

2. Prospecção

3. Negociação

 

É definida uma primeira encomenda e os passos seguintes para concretizar o processo de internacionalização.

 

 

A Bazaar desenvolve um plano de comunicação para a implantação dos seus produtos no mercado, de forma a garantir a rotatividade e uma perspectiva de negócio de longo prazo.

 

E quanto custa?

O assessment e a prospecção têm apenas o custo de envio de amostras para o Brasil.

Na negociação, trabalhamos por success fee a definir no relatório de prospecção.

Na implantação, é apresentada uma proposta de investimento em comunicação a aprovar por si.

 

Simples?

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Contacte-nos para agendar uma reunião.

 

4. Implantação

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Marcas portuguesas no estrangeiro

Introdução

 

Nas viagens que tenho feito nos últimos anos, é sempre com orgulho que me cruzo com marcas portuguesas como Super Bock, Compal, Esporão, Mateus, Millennium Bim ou Mota Engil. Infelizmente, se exceptuarmos os PALOP, onde as marcas portuguesas têm, em alguns sectores, quotas significativas de mercado, encontrar uma marca portuguesa no estrangeiro é uma enorme excepção.

Internacionalização vs. Exportação

É um problema de qualidade? Evidentemente, não!

De capacidade de investimento? Em alguns casos, sem dúvida. Mas, hoje, é muito mais fácil e barato uma marca portuguesa iniciar o seu processo de internacionalização do que era há 20 anos, sem sequer considerar os incentivos a projectos de internacionalização, desde o QREN ao 20/20.

A verdade é que a maior parte das empresas foca o seu processo de internacionalização na procura de um importador que garanta a importação de quantidades relevantes (e crescentes) e a distribuição do seu produto no mercado. Mede-se o sucesso na internacionalização em contentores e isso não tem nada de mal, a não ser que seja a única métrica de avaliação de sucesso. E quase sempre é.

 

 

Depois do contentor sair, em regra, preocupamo-nos em acompanhar o importador/distribuidor, já que o consideramos especialista no mercado, mas estamos a desperdiçar uma janela que se abriu e que pode garantir a sustentabilidade do seu negócio nesse mercado: o conhecimento.

Raramente as empresas vão para além do insight que o distribuidor tem do seu mercado e quase nunca este corresponde ao que as marcas deveriam saber do mercado.

E que informação é esta?

  • Onde é vendida a sua marca?
    Não me refiro à lista de retalhistas que você, com certeza, já visitou, mas sim ao Ponto de Venda onde é feito o contacto entre o consumidor e o seu produto.
  • Quantos são os pontos de venda activos? E que percentagem representam estes do potencial do mercado?
  • Quem compra o seu produto? Quem é o consumidor final?
  • Quem é a sua concorrência e como está o seu produto posicionado na mente do cliente (Ponto de Venda) e do consumidor?
  • A que preço é vendido e como o comparamos com a concorrência?
  • Qual é a visibilidade da sua marca nos Pontos de Venda?
  • Como são trabalhadas as promoções e que impacto têm nos Pontos de Venda e nos consumidores?
  • Como caracteriza a experiência de compra?

Este conhecimento só se garante com o apoio e acompanhamento operacional diário de quem conhece e trabalha em exclusividade a sua marca.

E muito caro? Não necessariamente.

Será mais caro se desenvolver este processo internamente, mas também aqui teremos de ser ousados e procurar metodologias inovadoras.

 

Foco no conhecimento

O que fazer com esta informação?

 

Não menos importante é o que fazer com esta informação.

O sucesso da sua marca além-fronteiras passa também por ter uma estrutura preparada, para saber analisá-la e agir com rapidez. Não basta ter uma equipa comercial que abra portas e defina políticas comerciais – tem de ter marketeers que conheçam a marca e saibam definir e garantir a implementação das experiências que esta deve oferecer.

Se bem utilizada, esta informação fará a diferença entre um mercado de exportação bem ou mal sucedido, a médio/longo prazo.

Mais do que isso, é uma forma de ganhar uma enorme vantagem competitiva face à sua concorrência (local ou estrangeira).

 

Bernardo Alegra
International Business Manager

 

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Colômbia – Oportunidades de Mercado

Introdução

 

A Colômbia é o terceiro país mais populoso da América Latina, com mais de 48 milhões de pessoas, e posiciona-se como a 31.ª economia do mundo.

Entre 2010 e 2014. o país atingiu um crescimento económico superior a 4%/ano. Em 2015, face à desaceleração económica mundial, esse crescimento foi um pouco menor, a atingir os 3,1%.

Para 2016, a expectativa é de que o PIB cresça 2,3%, seguido de um crescimento anual de cerca de 3,5%, entre 2017 e 2020.

Raio X

República da Colômbia

População: 48.747.632 pessoas
Moeda: Peso Colombiano (COP)
Ordenado  mínimo nacional: $ 515.000,00 (157,29 EUR)*
Taxa de desemprego: 9% (Setembro 2016)
Taxa de inflacção: 7,27% (Setembro 2016)
Produto Interno Bruto (2015): US$ 292 mil milhões
Balança Comercial (2015): US$ 7,5 mil milhões (déficit)

Principais parceiros económicos: Estados Unidos da América, União Europeia, China, México, Brasil e Equador
Grau de confiança do empresário: 7,9 (Outubro 2016)
Grau de confiança do consumidor: -6,6 (Outubro 2016)

Principais sectores industriais: têxtil, alimentos transformados, calçado, ouro, esmeralda, carvão, petróleo, produtos químicos
Principais sectores importados: máquinas, bens de consumo duráveis, derivados e petróleo e produtos quimicos

Fontes: AICEP, Banco Mundial, tradingeconomics.com
*câmbio ao dia 06.10.2016

Cosmética

Colômbia: Uma porta de entrada para a América Latina

 

O sector da cosmética na Colômbia tem-se apresentado cada vez maior e inovador. Apesar do grande número de empresas nacionais, os produtos importados continuam a ser muito procurados e valorizados pelos colombianos.

A Colômbia é um grande exportador de cosméticos para todos os países da América Latina, sendo também uma porta de entrada para as empresas de outros continentes entrarem nesses países.

Saiba mais:

Colombia, el país que maquilla a las mujeres de la región – in Portafolio, 20.08.2016

Infraestrutura

Investimento de até 75 mil milhões de Euros

O governo colombiano planeia investir até 75 mil milhões em infraestrutura no país.

Este investimento inclui, principalmente, o sector do transporte, comunicação e construção em geral.

Saiba mais:
Portugal atraído pelo jackpot do investimento público colombiano – in Expresso, 20.08.2016

Saúde

Sistema de saúde colombiano é um dos mais inclusivos da América Latina

 

A Colômbia é um destino de turismo de saúde, que conta com um número cada vez mais crescente de pacientes norte-americanos. Possui algumas das melhores clínicas da América Latina e o sistema social de saúde é considerado de grande qualidade.

Produtos como software, medicamentos genéricos, consumíveis hospitalares e dispositivos médicos são uma oportunidade para quem deseja entrar no mercado colombiano.

 

Saiba mais:

Hospital da Colômbia moderniza centro médico – in Decision Report, 17.10.2009

 

Alimentação e bebida

Oportunidades numa economia com o consumo privado em crescimento

 

O consumo privado na Colômbia tem vindo a crescer, ano após ano, fazendo com que o país faça um esforço para se reindustrializar e, ao mesmo tempo, abrir o mercado para a importação.

Peixes, azeites, vinho, queijos e enchidos são produtos que apresentam oportunidades em determinados nichos de mercado.

 

Saiba mais:

Carne de porco portuguesa chega à Colômbia – in Público, 13.07.2016

 

Deseja internacionalizar o seu negócio para a Colômbia?

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Cabo Verde – Oportunidades de Mercado

Introdução

Este documento tem por objectivo apresentar as oportunidades de negócios em Cabo Verde, que poderão servir de base para análise e desenvolvimento de projectos para esse mercado.

A Bazaar posiciona-se, desta forma, como um parceiro estratégico que “faz acontecer” os negócios dos seus clientes no mercado internacional.

A nossa principal característica?
Ir para o terreno e atingir os objectivos propostos junto dos nossos clientes e parceiros.

 

As características económicas de Cabo Verde permitem o desenvolvimento de oportunidades de negócio em diferentes sectores.

Cabo Verde

 

A República de Cabo Verde é um país insular formado por dez ilhas vulcânicas localizadas no centro do Oceano Atlântico. O país possui uma população de aproximadamente 530 mil habitantes e um PIB nominal de dois mil milhões de dólares, com um valor per capita de quatro mil dólares.

A economia de Cabo Verde está dividida, principalmente, em três sectores: agricultura, turismo e prestação de serviços, sendo que este último corresponde a 80% do PIB nacional.

A agricultura produz para consumo interno e não se mostra suficiente para atender a toda a população, pelo que o país assume grande necessidade de importação de alimentos.

O turismo é um sector que tem apresentado crescimento no país, impulsionado, principalmente, pela inauguração dos aeroportos em Boa Vista (2007) e em São Vicente (2009).

Cabo Verde mostra-se grandemente dependente de programas de cooperação estrangeira e programas de desenvolvimento governamentais.

 

Medicamentos, equipamentos e serviços clínicos

A falta de medicamentos e de oferta de serviços clínicos especializados e de qualidade é uma oportunidade para o sector da saúde, que tem contado com programas de incentivo do Governo para a melhoria dos seus serviços e indicadores.

 

Produtos alimentares e bens de primeira necessidade

 

Com uma produção agrícola limitada e somando-se a inexistência de indústria local, Cabo Verde apresenta uma necessidade vital de importação de bens de consumo para abastecimento da população.

Comunicação social

A liberalização do mercado de operadores de televisão e o licenciamento de novos canais são exemplos da grande aposta do governo cabo-verdiano no sector audiovisual.

 

Tecnologias de informação e comunicação

 

O sector da tecnologia da informação e comunicação é um dos sectores-chave para o governo de Cabo Verde, sendo essa uma das grandes apostas do país para força motriz do desenvolvimento da economia no médio e longo prazos.

Principais desafios

1 – Mercado de pequena dimensão (não há escala);

2 – Economia constituída maioritariamente por micro e pequenas empresas sem capacidade financeira para manter stocks (dificuldade em adquirir produtos e matérias-primas em grandes quantidades; fraco poder de compra);

3 – Número reduzido de mão-de-obra qualificada;

4 – Custo elevado de transportes, água e energia;

5 – Instabilidade fiscal e falta de transparência em taxas aplicadas (taxa ecológica, por exemplo);

6 – Economia informal e concorrência desleal face às empresas que cumprem a lei;

7 – Alto grau de tolerância ao incumprimento de prazos de entrega estabelecidos para uma prestação de serviço,

8 – Falta de fidelidade dos consumidores; o preço é o principal factor na decisão de compra;

10 – Ineficiência nos portos e lentidão no licenciamento.

Programas de incentivo

 

O governo cabo-verdiano criou a Cabo Verde Investimentos (CI), uma organização voltada para a promoção do potencial de negócios do país e para o apoio ao investidor estrangeiro no desenvolvimento do seu negócio.

A CI promove e apoia o desenvolvimento de negócios em sectores como o turismo, imobiliário, tecnologia de informação e comunicação, transporte marítimo, aviação civil, energias renováveis, sector financeiro, comunicação social, agricultura, pecuária e pescas e indústria.

 

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México – Oportunidades de Mercado

Introdução

Este documento tem por objectivo apresentar as oportunidades de negócios no México, que poderão servir de base para análise e desenvolvimento de projectos para esse mercado.

A Bazaar posiciona-se, desta forma, como parceiro estratégico que “faz acontecer” os negócios dos seus clientes no mercado internacional.

A nossa principal característica?
Ir para o terreno e atingir os objectivos propostos junto dos nossos clientes e parceiros.

 

 

Sendo uma porta de entrada para o mercado americano com mais de 120 milhões de consumidores, o México possui oportunidades de negócio em diferentes sectores.

México

 

Os Estados Unidos Mexicanos são um país com uma área de 1.972.547 km2, localizado na América do Norte, com delimitações territoriais com os Estados Unidos da América, Guatemala e Belize. Além do território continental e ilhas adjacentes à costa, o México inclui também as ilhas Revilla e Gigedo, localizadas no Oceano Pacífico, a mais de 400 km a Sul do Cabo San Lucas, na Baixa Califórnia.

A economia do México divide-se pelos sectores da agricultura (5%), indústria (29%) e serviços (66%) e tem como principais parceiros comerciais os Estados Unidos da América, o Canadá, Japão, Espanha, Chile e Brasil.

O país conta com cerca de 124 milhões de pessoas, sendo o 11.º país mais populoso do mundo e o segundo da América Latina (em primeiro, está o Brasil com cerca de 209 milhões de pessoas). O IDH do México é considerado elevado, com um índice de 0,756.

No que diz respeito às importações, o México situa-se entre os 20 países mais importadores do mundo, movimentando mais de 380 mil milhões de dólares. Entre as importações destacam-se as máquinas, aparelhos e materiais eléctricos, veículos e materiais de transporte, combustíveis, óleos minerais e plásticos de uso industrial.

Tecnologias de informação

 

As tecnologias de informação são um sector em evolução no México, tendo registado um crescimento de 14% na última década. Até 2019, a expectativa de crescimento para este sector é de 7% ao ano.

O mercado mexicano de software movimenta mais de 3,5 mil milhões de dólares por ano, com projecções de facturação na ordem dos 4,8 mil milhões, em 2019. Para alcançar estes objectivos, o governo mexicano conta com uma política de incentivo para receber empresas internacionais que se queiram instalar no México e desenvolver localmente as suas actividades.

 

Máquinas e ferramentas industriais

 

Com uma estrutura industrial forte, o México é um dos maiores mercados de máquinas e ferramentas industriais do mundo, movimentando cerca de 1,7 mil milhões de dólares por ano.

Uma vez que a sua produção de máquinas e ferramentas não consegue atender às necessidades do mercado interno, o país procura soluções no mercado internacional, tornando-se um grande importador neste sector.

Indústria farmacêutica

 

A indústria farmacêutica mexicana é um mercado que consome mais de 18 mil milhões de dólares por ano e a projecção para 2020 atinge os 26 mil milhões.

Em 2014, o México importou cerca de 4 mil milhões em produtos farmacêuticos, sendo os Estados Unidos da América, a Alemanha e França os principais países exportadores.

Energias renováveis

 

O governo mexicano lançou, em 2013, um programa de incentivo ao desenvolvimento de energias renováveis com o objectivo de fazer com que, até 2024, 35% da produção de energia do país tenha por base fontes renováveis.

Essa estratégia do governo permite o desenvolvimento da indústria no país, que irá necessitar de fornecedores para toda a cadeia de produção.

Indústria aeroespacial

 

O México tem-se vindo a consolidar como um mercado importante para a indústria aeroespacial, contando com mais de 300 empresas que, juntas, formam um cluster cada vez mais competitivo.

No período de 2006-2015, o sector registou um crescimento anual de exportações de cerca de 14% e estima-se que essa taxa de crescimento se mantenha até 2021 para um volume de exportações no valor de 12 mil milhões de dólares.

Indústria alimentar

 

O sector dos alimentos processados movimenta mais de 130 milhões de dólares no México, anualmente.

Mesmo com uma indústria interna forte, o país apresenta oportunidades para a entrada de novos produtos. Cerca de 12% dos insumos para a indústria alimentar mexicana são importados, destacando-se aditivos de cor, aroma e sabor, gomas, azeitonas, cerejas e chá.

Principais desafios

 

1 – Processo de abertura de empresa, licenças e alvarás cada vez menos burocráticos, mas ainda muito complexos para a realidade de muitos investidores internacionais;

2 – Cultura organizacional centralizadora, sendo muitas vezes o poder de decisão focado numa só pessoa e não num departamento;

3 – Cultura de negociação mais focada no relacionamento e com tendência para tomadas de decisão no médio-prazo;

4 – Processo de pagamento de impostos complexo;

5 – Portos com optimização insuficiente.

 

Fonte:
www.promexico.gob.mx

 

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Moçambique – Oportunidades de Mercado

Introdução

Este documento tem por objectivo apresentar as oportunidades de negócio em Moçambique, que poderão servir de base para análise e desenvolvimento de projectos para este mercado.

A Bazaar posiciona-se, desta forma, como um parceiro estratégico que “faz acontecer” os negócios dos seus clientes no mercado internacional.

A nossa principal característica?
Ir para o terreno e atingir os objectivos propostos junto dos nossos clientes e parceiros.

Moçambique

 

A República de Moçambique é um país com uma área de 799.830 km2, situado no sudeste de África e faz fronteira com a Tanzânia, Malaui, Zimbabué, Suazilândia e África do Sul. Com o seu clima húmido e tropical, o país tem como recursos naturais o alumínio, o gás natural, o carvão, o titânio, o grafite, o bauxite, o ouro, a madeira, o sal e produtos piscatórios.

O país conta com cerca de 26 milhões de pessoas, sendo 99% de etnia africana, onde 54% vivem abaixo do limiar de pobreza. Moçambique está na posição 180 num ranking de 188 países, com o IDH de 0,41.

A economia de Moçambique divide-se pelos sectores da agricultura, silvicultura, pesca e caça (32%), indústria extractiva e transformadora (14,3%), electricidade, gás e água (4,1%), construção (3,2%), comércio por grosso e a retalho, hotelaria e restauração (17%), transportes, armazenagem e comunicações (9.8%), serviços financeiros, imobiliário e serviços às empresas (6,3%), serviços de administração pública (4,5%) e outros serviços (8,2%).

No que diz respeito às importações, Moçambique movimentou cerca de 7 mil milhões de dólares, sendo os alimentos, matérias-primas, petróleo, maquinarias e acessórios os principais produtos importados. O PIB foi de 16 mil milhões de dólares e teve como principais parceiros internacionais a África do Sul (30,5%), China, Índia, EUA, Portugal e Austrália.

 

Dados 2014

Fontes:
www.portaldogoverno.gov.mz
– www.tradingeconomics.com

 

Moçambique é um país em desenvolvimento que possui metas e desafios para alcançar no médio prazo. Com a sua estratégia de investimento, o país apresenta oportunidades de negócios em diferentes sectores.

Agricultura

 

O desenvolvimento agrário é um dos pilares para o fortalecimento da economia moçambicana.

O Governo tem apresentado programas de incentivo para quem deseja investir no sector agrícola do país. Mas, mesmo com o fortalecimento da indústria agrícola, Moçambique possui grande necessidade de importação de alimentos como o arroz, a soja, etc.

Máquinas e equipamentos agrícolas

 

Com o foco no desenvolvimento do sector agrícola, Moçambique procura soluções em máquinas e equipamentos no mercado internacional, tornando-se um grande importador nesse sector.

 

Turismo

 

O turismo tem sido um dos sectores de maior desenvolvimento em Moçambique. O sector do turismo, no país, tem apostado sobretudo na biodiversidade e no desenvolvimento económico sustentável.

 

O sector dos alimentos processados é de constantes oportunidades em Moçambique; num mercado com pouca variedade, a importação de novos produtos é ponto assente na pauta de importações do país.

Indústria alimentar

Consultoria e formação

Num país em desenvolvimento, consultoria e formação são importantes. Estudos de viabilidade de negócio, planeamento e desenvolvimento estratégico e formação de recursos humanos são exemplos de serviços cada vez mais necessários.

Principais desafios

 

1 – Processo de abertura de empresa muito burocrático;

2 – Número reduzido de mão-de-obra qualificada;

3 – Custo elevado de transportes, água e energia;

4 – Economia informal e com concorrência desleal face às empresas que cumprem a lei;

5 – País com infra-estruturas em desenvolvimento;

6 – Portos com processos muito burocráticos.

 

Fonte:

www.portugalglobal.pt

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Brasil – Oportunidades de Mercado

A República Federativa do Brasil

População: 209.736.610 pessoas
Moeda: Real (R$)
Ordenado  mínimo nacional: R$ 880,00
Taxa de desemprego: 10,9 (1.º trimestre 2016)
Taxa de inflacção: 0,78% (Maio 2016)
Produto Interno Bruto (2015): US$ 19,69 mil mlhões (superávit)

Principais parceiros económicos: Estados Unidos da América, China, Alemanha, Argentina, Holanda e Japão.
Grau de confiança no empresário: 45,7 (Junho 2016)
Grau de confiança no consumidor: 105,2 (Junho 2016)

Principais sectores de serviço: telecomunicações, transporte rodoviário, técnico-profissionais em regime outsourcing, transporte de cargas, limpeza predial e domiciliar, informática, transportes aéreos e alimentação.

Principais sectores industriais: alimentos e bebidas, produtos químicos, veículos, combustíveis, produtos metalúrgicos básicos, máquinas e equipamentos, produtos de plástico e borracha, electrónicos e produtos de papel e celulose.

 

Fontes: IBGE, Banco Mundial, tradingeconomics.com

É um país com uma população que consome mais de 250 mil milhões de euros por ano. Vale a pena estar atento às oportunidades que podem surgir com base nas decisões políticas e económicas assumidas pela República Federativa do Brasil, nos próximos meses.

Entender e acompanhar a actual situação económica do Brasil pode parecer complicado, mas vale a pena.

Acompanhada de uma crise política sem precedentes, a economia brasileira atravessa um momento de profundas mudanças, na tentativa de encontrar um equilíbrio há tempos perdido.

Nos anos que antecederam a crise, viveu-se um boom económico com um crescimento exponencial do consumo. Agora, vivem-se tempos de racionamento.
O consumidor brasileiro está a mudar o comportamento, sendo cada vez mais exigente nas escolhas que faz e na procura de um melhor custo-benefício.

Mas é um país com uma população que consome mais de 250 milhões de euros por ano.
Vale a pena estar atento às oportunidades que podem surgir com base nas decisões políticas e económicas assumidas pela República Federativa do Brasil, nos próximos meses.

Os sectores da alimentação saudável, educação, cosmética e energias renováveis são alguns exemplos de oportunidades que despontam no Brasil.

Introdução

Alimentação Saudável

Alimentação saudável, sem glúten e com base em vegetais: uma tendência de consumo no Brasil

 

Segundo o SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e a Euromonitor, o mercado brasileiro da alimentação saudável teve um crescimento de 98%, num espaço de cinco anos. Um crescimento responsável por movimentar cerca de US$ 35 mil milhões por ano, o que faz do Brasil o quarto maior mercado do mundo nesse segmento.

O consumidor brasileiro está a mudar os hábitos alimentares, na procura de uma alimentação mais saudável, segundo avança o Instituto Datafolha para a Associação das Empresas e Refeição e Alimentação Convênio para o Trabalhador (Assert).

Saiba mais:
Pesquisa diz que cresce procura por alimentação saudável, Agência Brasil – 13.04.2016
Segmento de alimentação saudável apresenta oportunidades de negócio, SEBRAE – 26.11.2015

 

 

O aumento de novas instalações na infra-estrutura fotovoltaica e eólica a nível mundial fez com que o sector alcançasse uma economia de escala que representou uma redução de preço da energia renovável em cerca de 80%, desde 2009.

A expectativa é de que, no prazo de 25 anos, o consumo de energia eólica e solar no Brasil seja superior ao de energia hidroeléctrica.
Em 2015, os recursos para a energia solar, no Brasil, atingiram o valor de US$ 657 milhões e para a energia eólica o valor foi de US$ 5,7 mil milhões.

 

Saiba mais:
Custos para solar e eólica podem cair até 59% em 20 anos, Revista Exame – 15.06.2016
Brasil é um dos dez maiores investidores em energia renovável do mundo, aponta relatório do PNUMA, ONU – 30.03.2016

 

Energias Renováveis

Tecnologia verde com plano de crescimento sem precedentes para os próximos 20 anos

Educação

Desafios e oportunidades

O sector da educação brasileira atinge milhares de milhões. Dos jogos educacionais ao ensino superior privado, são muitos os desafios num mercado cada vez mais competitivo e rentável.

Cosmética

Um sector de R$ 40 mil milhões

O sector da cosmética, no Brasil, está a conseguir contornar a crise com novas estratégias de mercado e a garantir que continua a ser um dos negócios mais atractivos do país.

A L’Occitane, uma marca de sucesso no Brasil, olha para o país como um mercado de oportunidades e aposta na inauguração da primeira loja experimental do mundo, em território nacional.

“A crise faz com que as pessoas desenvolvam a própria criatividade. Boas ideias sempre podem mudar um cenário”, Jorge Carvalho de Oliveira Júnior, vice-presidente da Associação Comercial do Estado do Paraná)

Saiba mais:
Beleza & Cia: Setor de cosméticos prepara estratégias para 2016, De Olho no Mercado – 13.11.2015
L’Occitane abre no Brasil sua primeira loja experimental do mundo, Revista Exame – 08.06.2016

 

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